jueves, 10 de mayo de 2007

Recordando - 10 de Mayo de 2007



Continuam as buscas
Madeleine desapareceu há uma semana
As buscas da pequena Madeleine McCann, a menina inglesa que desapareceu no Algarve há sete dias, mantêm-se hoje com cerca de 150 pessoas no terreno

Confrontado com a questão de quando serão suspensas as buscas, o major Luís Sequeira, responsável da GNR, limitou-se a dizer: «as buscas nunca serão suspensas até se encontrar a menina».

O mesmo responsável adiantou ainda que até ao momento ainda não há dados de buscas positivas.

Para hoje, às 10h, está marcada uma missa na capela da Praia da Luz para rezar pelo aparecimento de Madeleine.

Os pais de Madeleine também vão assistir a esta cerimónia religiosa, organizada pela igreja anglicana do Algarve, apesar de a família ser católica.

Lusa / SOL



Madeleine
Polícia britânica segue pista telefónica
A polícia inglesa tem na sua posse «informação muito útil» sobre Madeleine McCann dada por britânicos que telefonaram para uma linha que recebe depoimentos anónimos, afirmou hoje fonte da organização que gere esta linha

A informação, recolhida desde quarta-feira à tarde, já foi transmitida à polícia de Leicestershire, região onde reside a família McCann e que está a colaborar estreitamente com as autoridades portuguesas, garante a organização Crimestoppers.

A Lusa tentou confirmar junto da polícia de Leicestershire se esta informação já foi entregue aos investigadores portugueses, mas não obteve resposta.

Madeleine McCann, de três anos, desapareceu na passada quinta-feira do quarto onde dormia num complexo turístico na Praia da Luz, no Algarve, decorrendo desde então uma busca policial para a encontrar, até agora sem sucesso.

A linha telefónica é gerida pela organização sem fins lucrativos Crimestoppers, que recolhe depoimentos anónimos para ajudar a polícia a resolver crimes.

«É informação muito útil», confirmou uma porta-voz à agência Lusa, sem adiantar a natureza dos dados.

Segundo a mesma fonte, os elementos, recolhidos por voluntários que recebem as chamadas, são entregues à polícia inglesa, que se encarregará depois de os analisar.

A Crimestoppers começou a receber telefonemas sobre o desaparecimento de Madeleine McCann «ontem [quatra-feira] à tarde» a uma média de «três ou quatro telefonemas por hora», adiantou.

Os telefonemas são essencialmente feitos por ingleses «que estão em Portugal ou que regressaram de férias», acrescentou.

Além de receber chamadas no seu número habitual [0800 555 111], a Crimestoppers criou «excepcionalmente» um número especial para o efeito devido às dificuldades em telefonar do estrangeiro.

Assim, quem ligar de Portugal ou de outro país pode fazê-lo através do 0044 1883 731 336, facilitando o contacto com britânicos que preferem dar a informação na sua língua materna ou de forma anónima.

Desde que foi criada em 1998, a Crimestoppers afirma ter recebido mais de 865 mil telefonemas com informação útil que resultaram em mais de 76 mil detenções e processos e na recuperação de bens e droga no valor de milhões de euros.

Lusa/SOL



Madeleine
Governo elogia PJ e garante todo o apoio às investigações em curso
O ministro da Justiça, Alberto Costa, elogiou hoje o trabalho desenvolvido pela Polícia Judiciária (PJ) na procura da criança inglesa desaparecida na semana passada, no Algarve, sublinhando que o Governo dará todo o apoio necessário.

Madeleine McCann, criança inglesa de três anos, desapareceu quinta-feira passada do quarto onde dormia num complexo turístico na Praia da Luz, no Algarve, decorrendo desde então uma busca policial para a encontrar, até agora sem sucesso.

Falando no final do Conselho de Ministros, Alberto Costa disse que o Governo «acompanha naturalmente com preocupação a evolução das investigações, em que a PJ tem dado o melhor de si».

«Nestas investigações, a PJ tem revelado toda a sua competência e credibilidade internacionalmente reconhecida. O Governo realça esse empenho da PJ, tendo procurado assegurar-se da existência de todos os meios que esta polícia considere necessários para a investigação», frisou o titular da pasta da Justiça.

Segundo Alberto Costa, o processo de inquérito em curso no Algarve, «como todos os outros, decorre sob autoridade do Ministério Público».

«Este processo vai desenvolver-se com preocupação e empenho do Governo, mas sem interferência. Faz parte da nossa ordem constitucional que as responsabilidades estejam perfeitamente definidas», sublinhou Alberto Costa.

O ministro da Justiça referiu ainda a abertura do Governo ao nível da «cooperação internacional, que já se verifica, mas respeitará em absoluto as regras do Estado de Direito».

Lusa/SOL


Madeleine
Recompensas por informações atingem cerca de 170 mil euros
As recompensas oferecidas por informações sobre o paradeiro da criança inglesa desaparecida quinta- feira na Praia da Luz, Lagos, já atingem pelo menos 170 mil euros

Depois das ofertas de recompensa anunciada pelo jornal britânico The Sun e por um colega da mãe da menina, hoje o jornal de língua inglesa publicado em Portugal - Portugal News - produziu um poster a anunciar uma recompensa de dez mil euros.

A primeira iniciativa partiu do jornal britânico The Sun que no dia seguinte ao desaparecimento da criança decidiu oferecer uma recompensa de 15.000 euros a quem der informações sobre o seu paradeiro.

Num poster escrito em português disponível no seu site na Internet, o jornal faz o apelo «Viu esta rapariga?» e oferece 15.000 euros (10.000 libras) em troca de informações que possam conduzir ao paradeiro da menina.

Estão disponíveis duas versões deste poster, uma em inglês e outra em português, com os contactos telefónicos da polícia portuguesa e do jornal britânico.

O poster indica que a menina de três anos «foi levada enquanto dormia, depois de um assalto à casa dela».

No domingo, um outro jornal britânico - o Daily Mail - noticiou que um amigo da mãe de Madeleine, ofereceu uma recompensa de 100.000 libras (cerca de 147.000 euros) sobre informações acerca do paradeiro da menina.

De acordo com o Daily Mail, um colega da mãe da criança, um médico, contactou o The Mail on Sunday a oferecer 100.000 libras de recompensa.

«Nunca, numa visão mais pessimista, poderia imaginar que algo tão horrível [como o rapto] poderia acontecer», considerou o médico, que pediu para que o seu nome não fosse divulgado.

«A razão pela qual quero dar esta recompensa é simplesmente na esperança que eles [pais] consigam ter a menina de volta», justificou.

Madeleine McCann, três anos, desapareceu na noite de 03 de Maio de uma moradia próxima da Praia da Luz, Lagos, onde se encontrava apenas acompanhada por dois irmãos, gémeos, de dois anos.

Os pais estavam a jantar num restaurante próximo.

Lusa/SOL


Caso Maddie
PJ diz não existirem suspeitas sobre pais e familiares da criança
A Polícia Judiciária (PJ) assegurou hoje que «não recai qualquer tipo de suspeita sobre familiares e amigos da criança» Madeleine MacCann, que foram hoje novamente inquiridos pela PJ

«Sobres os mesmos não recai qualquer tipo de suspeita, tendo sido ouvidos por necessidades de esclarecimentos da investigação», refere a PJ, num comunicado divulgado no início da conferência de imprensa realizada hoje em Portimão.

Lusa/SOL




Madeleine
Elementos da PJ concentrados no apartamento onde criança desapareceu
Elementos da PJ regressaram hoje ao apartamento de onde desapareceu a pequena Madeleine, no dia em que foi anunciado, em conferência de imprensa, que as buscas a cargo da GNR estão a terminar

Elementos policiais continuam concentrados junto do apartamento, em frente do qual a GNR estacionou uma das suas carrinhas.

Madeleine MacCann desapareceu quinta-feira passada de um aldeamento turístico na Praia da Luz, estando os pais a jantar num restaurante dentro do empreendimento e próximo da habitação onde a menina dormia, juntamente com dois irmão gémeos.

Têm participado nas buscas a GNR, Polícia Marítima, PSP, Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), Protecção Civil Municipal de Lagos, Cruz Vermelha, Bombeiros e Equipas de Vigilância Florestal da GNR (SEPNA), sem resultados.

Lusa/SOL



Madeleine
PJ e GNR inspeccionam apartamentos contíguos ao do desaparecimento
Elementos da Polícia Judiciária (PJ) e da GNR inspeccionaram hoje ao fim da tarde os apartamentos circundantes à habitação de onde desapareceu, há uma semana, a menina Madelaine McCann

Os investigadores, acompanhados por cães, regressaram cerca das 19h00 ao apartamento de onde desapareceu a criança britânica de três anos, e ainda se encontram a seguir eventuais pistas ou a realizar mais perícias no local.

As autoridades entraram também nos apartamentos contíguos e aproximaram-se das varandas, inspeccionando janelas e o interior das casas. A judiciária pediu autorização aos ocupantes estrangeiros de um dos apartamentos para entrar na habitação através da varanda.

Questionados pelos jornalistas sobre os propósitos da busca no seu apartamento, os turistas remeteram-se ao silêncio. Entretanto, os pais da menina poderão já ter saído das instalações da Polícia Judiciária de Portimão, onde se encontravam a prestar declarações com mais dois casais.

Dos três carros que deram entrada ao início da tarde nas instalações da polícia de Portimão, dois já saíram, mas os passageiros estavam tapados para não serem vistos pelos jornalistas.

Os carros ainda não chegaram ao complexo turístico Ocean Club, na Praia da Luz, o mesmo de onde desapareceu Madeleine há uma semana e onde a sua família continua instalada.

Lusa/SOL









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